
Sinistralidade é o termo empregado para descrever a relação entre os custos médicos efetivos, muitas vezes referidos como sinistros, e os prêmios pagos à operadora do plano de saúde pela empresa ou pelos segurados. Essa métrica fundamental é usada para avaliar se os custos associados ao plano de saúde estão alinhados de maneira sustentável com as receitas geradas por meio dos prêmios, proporcionando uma visão importante da saúde financeira do plano.
Uma sinistralidade alta significa que os custos médicos reais excedem significativamente os prêmios pagos, o que pode indicar que o plano de saúde está tendo prejuízos financeiros. Isso pode levar a aumentos nos prêmios ou a mudanças na cobertura oferecida aos beneficiários para equilibrar as finanças do plano.
Por outro lado, uma sinistralidade baixa indica que os custos médicos estão abaixo do valor arrecadado em prêmios, o que é geralmente positivo para a seguradora ou operadora do plano de saúde, já que isso pode resultar em lucro.
Em 2021, a taxa de sinistralidade dos planos de saúde médico-hospitalares chegou a 86%, a maior desde 2001, quando o índice começou a ser divulgado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
Esse dado reforça a importância para as seguradoras e operadoras de planos de saúde monitorar de perto a sinistralidade para garantir a sustentabilidade financeira do plano e tomar medidas adequadas para ajustar os prêmios ou a cobertura conforme necessário.
O desafio
Demora no processamento das informações de sinistralidade, que chegava a mais de 30 dias para serem consolidadas. Consequentemente, esse tempo acarretava um atraso na consolidação dos resultados e na tomada de decisão por parte da operadora de saúde.
A solução
Um esforço meticuloso de engenharia de dados foi empreendido, incluindo a padronização das fontes de informação, bem como a pesquisa e coleta de dados, ao longo de um pipeline de dados altamente significativo. O resultado se traduziu em uma melhoria notável no processo de consolidação de dados relacionados à sinistralidade, reduzindo o lead time para D-2, o que representou um ganho de quase 30 dias nesse processo, que é um dos mais críticos em plano de saúde, principalmente quando é um modelo de cooperativa.
Os resultados
- Padronização das fontes de informação;
- Utilização de um pipeline de dados relevante;
- Melhoria no processo de consolidação de dados da sinistralidade;
- Redução do lead time para D-2;
- Economia de quase 28 dias no processo.
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